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Espresso G20 Marco Rubio cancelou a foto de família da reunião de chanceleres do G20 depois que Austrália, Reino Unido e outros países recusaram aparecer ao lado do russo Sergei Lavrov. → Oleshky Centenas de pessoas foram retiradas de Oleshky, ocupada pela Rússia, sob um cessar-fogo local mediado por Melania Trump. → Polônia A polícia foi mobilizada durante o impasse pelo controle da corte suprema, depois que o governo suspendeu dois juízes seniores e tentou abrir ações criminais contra eles. →
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Ebola na RDC supera 5 mil óbitos e Arábia Saudita fecha a entrada vinda do Quênia
 Os óbitos por Ebola na República Democrática do Congo passaram de 5.000, segundo dados do governo, e as autoridades ainda não encontraram como controlar o surto mais letal já registrado no país. Mais de 10 mil pessoas foram infectadas desde que o surto foi declarado, em maio. Não há tratamento nem vacina aprovados para a rara cepa Bundibugyo, responsável pelo surto. Na semana passada, a Nigéria virou o quarto país africano a notificar um caso, levando a epidemia à África Ocidental, e Quênia e Uganda também registraram casos. Em tamanho, é o segundo maior surto da história, atrás da epidemia de 2014-2016, que infectou mais de 28.600 pessoas e matou mais de 11 mil em Guiné, Libéria e Serra Leoa. Governos restringem viagens para os países afetados ou põem em quarentena quem passou por eles. Na sexta-feira, a Arábia Saudita suspendeu viagens de e para o Quênia, segundo a agência estatal saudita: cidadãos sauditas não podem ir ao país e todos os tipos de visto para viajantes quenianos estão pausados. A proibição de entrada vale também para quem passou pelo Quênia ou por outros países afetados nos 21 dias anteriores, mesmo em trânsito por terceiros países. Em junho, o reino já havia suspendido viagens de e para RDC, Uganda e Sudão do Sul.
Quem tem viagem para o Oriente Médio ou a África precisa checar o histórico de 21 dias de escalas, que agora pode barrar a entrada.
Fonte: Al Jazeera
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Canadá segura o desemprego em 6,5%, mas tarifas de Trump param a fábrica de Témiscaming
 Em Témiscaming, no Quebec, a fábrica de papel ocupa boa parte do horizonte e sustenta a cidade, construída há mais de um século em torno dela e das florestas da região. Hoje a unidade está parada, depois que as negociações comerciais entre Canadá e EUA fracassaram e o presidente Donald Trump impôs mais tarifas ao país. No início de outubro, a dona americana, a RYAM, decidiu por uma parada econômica da fábrica por período indefinido. A maioria dos 360 funcionários está sem trabalho, mantida por ora com pagamento parcial do auxílio tarifário do governo. Os valores dos imóveis caíram quase da noite para o dia, e placas de venda aparecem nos jardins das casas de classe média. Há o temor de que profissionais essenciais, de atendentes de mercado a médicos do pequeno hospital local, também deixem a cidade. No panorama nacional, a economia canadense resistiu à guerra comercial com os EUA, seu maior cliente: o desemprego está em torno de 6,5% desde as primeiras tarifas, com crescimento morno, mas constante. Os números detalhados, porém, mostram bolsões de dor em setores atingidos por tarifas de até 50%, como aço, alumínio, automóveis e, no caso de Témiscaming, madeira, celulose e papel. Cresce a dúvida sobre se o governo de Mark Carney faz o suficiente pelos afetados enquanto o acordo segue distante.
A média nacional esconde cidades inteiras que dependem de uma única fábrica e já sentem o custo das tarifas.
Fonte: BBC News
Ouvido no balcão If the mill goes down, it'll turn into a ghost town Ronnie Raymond, morador de Témiscaming, à BBC |
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Cruzeiro de quatro anos para fugir de Trump termina no Camboja
 O MV Odyssey, navio da empresa Villa Vie Residences, da Flórida, foi vendido como a fuga definitiva de Donald Trump. Saiu de Belfast, na Irlanda do Norte, em outubro de 2024, com uma oferta explícita: depois da reeleição de Trump, um salto de quatro anos no mar. O fim veio num aviso curto: os passageiros tinham sete horas para desembarcar no Camboja, onde a viagem terminou. Um casal pagava US$ 319.998 para ficar no mar durante um mandato presidencial, e havia opção de residência permanente por algumas centenas de milhares de dólares a mais. Mensalidades cobriam comida, bebidas, wifi, programas de bem-estar e limpeza do quarto, com piscina, quadra de pickleball, teatro, bares e academia. Segundo o Guardian, o choque do petróleo causado pela guerra de Trump deixou os passageiros largados no Camboja. O Odyssey era a opção barata do nicho. O pioneiro MS The World vende apartamentos de US$ 2 mi a US$ 15 mi, com lista de espera. O Odyssey, antes o cruzeiro tradicional MS Braemar, foi barrado em vários portos do Caribe durante a pandemia, quando passageiros adoeceram, até Cuba permitir a atracação. A Fred Olsen o vendeu, a Villa Vie o adaptou, e a empresa o descreve como navio residencial íntimo de três décadas.
A guerra que encareceu o petróleo chegou até quem tentou se isolar do mundo num navio, e a conta caiu sobre os passageiros.
Fonte: The Guardian
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No radar · a agenda de hoje Hoje · O premiê australiano Anthony Albanese embarca para a reunião de chefes de governo da Commonwealth em Antígua e Barbuda, onde a escravidão histórica deve ser ponto de disputa. Hoje · Alemanha e França se preparam para protestos de jovens contra o custo de vida no fim de semana de Halloween. Terça (3/11) · O banco central australiano decide os juros, com o mercado apostando em alta para 4,85%.
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Pra viagem Confira no seu roteiro de viagem se há escala ou estadia no Quênia, pois a Arábia Saudita barra quem esteve lá nos últimos 21 dias. Planos de longo prazo e relógios curtos dividiram o dia: o que prometia anos terminou em horas, e o que só chega em anos ainda precisa de resposta agora. Fica a pergunta de quanto prazo cabe dentro de uma promessa. |
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Sua ofensiva
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Clímax da temporada
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Maratona dos 7 dias finais
Dia 7 de 7 · a temporada de outubro fecha 31/10
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O mundo, todo dia, só o que importa
Bom dia, bom mundo.
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