EUA prometem 'D-Day econômico' e Irã ameaça exportação de petróleo do Golfo
O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, disse que Washington vai cortar cada linha de sustento econômico do Irã, num pacote de sanções que o governo americano descreve como o momento decisivo da pressão contra Teerã. Em resposta, o chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional iraniano, Mohsen Rezaei, afirmou que qualquer país que apoie as novas medidas dos EUA estará cometendo um ato de guerra contra o Irã. Rezaei publicou a declaração no X neste domingo. Rezaei também disse, em entrevista à TV estatal iraniana, que o país dará uma resposta sísmica caso o presidente Donald Trump tome qualquer ação contra Teerã. O parlamento iraniano avança, ao mesmo tempo, com um plano de taxas de serviço sobre o Estreito de Ormuz, rota por onde passa boa parte do petróleo mundial, um sinal de que Teerã já se prepara pra usar a exportação de energia como resposta. Um porta-aviões dos EUA começou a deixar o Oriente Médio depois de nove meses estacionado na região por causa da guerra com o Irã, mesmo com a escalada diplomática em curso.
Se o Irã cumprir a ameaça sobre o Estreito de Ormuz, o preço global de petróleo e combustível sobe direto pro seu bolso.
Fonte: G1 Mundo / Al Jazeera
Dois lados da xícara ▲ Ganha Scott Bessent e o Tesouro dos EUA, que ganham a narrativa de pressão máxima contra Teerã | ▼ Perde Países que dependem do Estreito de Ormuz pro fluxo de petróleo, expostos a uma possível retaliação iraniana |
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