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Espresso Kart Max Verstappen vence corrida contra 100 kartistas em evento divertido em Silverstone. → Visto EUA voltam a barrar visto de Mahmoud Abbas às vésperas da Assembleia Geral da ONU. → Corrupção Gravação disfarçada reacende indignação com esquema de propina na Ucrânia em meio à guerra. →
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Congresso dos EUA aprova pacote amplo de sanções contra a Rússia
 Congresso dos Estados Unidos aprova pacote amplo de sanções contra a Rússia, primeira lei de apoio à Ucrânia que passa pelo Legislativo americano em mais de dois anos. A aprovação marca virada de postura em Washington: medidas de apoio a Kiev tinham ficado travadas no Congresso por um longo período, mesmo com a guerra seguindo sem sinal de trégua. O texto ainda depende de sanção final do presidente para valer, e chega junto de outras frentes de pressão americana sobre Moscou, num momento em que Washington também lida com outros conflitos abertos ao mesmo tempo, do Oriente Médio ao Leste Europeu. Bancos, empresas de energia e outras companhias russas ligadas ao esforço de guerra tendem a sentir o efeito primeiro, à medida que o texto passa a valer e o Tesouro americano detalha a lista de alvos atingidos pela nova rodada de sanções. Mesmo travado por tanto tempo, o texto chega justamente na semana em que o Congresso também discute outras frentes de política externa, o que mostra Washington tentando recuperar protagonismo em mais de uma guerra ao mesmo tempo. Para bancos e fundos que já monitoram risco de sanção, a aprovação reforça a tendência de mais restrição sobre ativos russos negociados fora do país, o que pode pressionar ainda mais o câmbio de Moscou nas próximas semanas.
Depois de mais de dois anos travado, o Congresso volta a apoiar a Ucrânia de forma concreta, o que pode apertar ainda mais o caixa da Rússia.
Fonte: Al Jazeera
A dose exata 1ª alta de juro em 3 anos O Federal Reserve não subia a taxa desde 2023, e a decisão desta semana foi unânime mesmo com Trump pedindo corte. |
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Fiji declara emergência nacional de HIV com alta ligada a drogas
 Fiji declara emergência nacional de HIV depois de um salto expressivo nos casos de infecção registrados no país insular do Pacífico nas últimas semanas. O governo estima que 1 em cada 60 adultos no país já vive com HIV, alta que as autoridades ligam diretamente ao crescimento do uso de metanfetamina. O ministro da saúde e serviços médicos, Ratu Atonio Lalabalavu, diz em comunicado nas redes sociais que uma resposta de nível de surto não é mais suficiente diante do quadro atual, e classifica a situação como uma verdadeira epidemia que exige resposta nacional. O caso une duas crises de uma vez, droga e saúde pública, dentro de um país pequeno do Pacífico com pouca estrutura hospitalar para enfrentar as duas frentes ao mesmo tempo, o que preocupa autoridades da região inteira. O anúncio chama atenção porque o próprio governo reconhece publicamente que a resposta até aqui não foi suficiente, algo raro em declarações oficiais desse tipo. Para quem segue política de saúde no Pacífico, o caso de Fiji também serve de alerta sobre como o avanço de uma droga pode acelerar rápido uma crise sanitária inteira, mesmo em país pequeno e com poucos recursos.
Mostra como o avanço de uma droga pode empurrar junto uma crise de saúde pública inteira, mesmo num país pequeno.
Fonte: The Guardian
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Houthis e EUA fecham acordo secreto para liberar rota no Mar Vermelho
 Relatos indicam que os Houthis do Iêmen fecharam acordo secreto com os Estados Unidos, permitindo passagem livre de navios americanos pelo Mar Vermelho. Em troca, Washington teria evitado ação militar direta contra o grupo, mesmo com a Arábia Saudita pedindo apoio de defesa antimísseis a aliados por causa da guerra. Nos bastidores, forças iemenitas seguem mirando bases Houthis e sauditas, enquanto os Estados Unidos descartam publicamente qualquer papel direto no conflito. Se confirmado, o acordo reduz o risco de ataque numa das rotas comerciais mais importantes do mundo, área crítica para o transporte de petróleo e carga entre Ásia, Europa e Américas. A confirmação, se vier, também reduz a chance de escalada direta entre Estados Unidos e o grupo iemenita, num momento em que Washington já enfrenta frentes abertas em outras partes do Oriente Médio. Para quem depende do transporte marítimo internacional, qualquer sinal de trégua no Mar Vermelho importa direto no bolso, já que rota mais segura tende a baixar custo de frete e prêmio de seguro cobrado hoje pelas seguradoras.
Um Mar Vermelho mais seguro pode baixar custo de frete e seguro marítimo, efeito que chega até no preço de produtos importados.
Fonte: Al Jazeera
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No radar · a agenda de hoje Hoje · Assembleia Geral da ONU se aproxima em Nova York, com Abbas de novo barrado de entrar nos Estados Unidos. Amanhã · Mercado segue digerindo a alta de juro do Fed e a reação pública de Trump. 23/09 · Marrocos vai às urnas em eleição marcada por desemprego jovem e custo de vida.
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Pra viagem Conferir se a mercadoria ou o seguro de carga que você acompanha passa pelo Mar Vermelho antes de renovar a apólice ou fechar frete. Da diretoria do Fed ao Mar Vermelho, o fio de hoje é o mesmo: quem segura poder decide sozinho, e quem está do outro lado só descobre depois. |
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